Ainda há quem se ponha no seu lugar
"I don't think we'd be anywhere if Radiohead didn't exist. I think we're like why Diet Coke was big. Because some people couldn't handle Coke."
Chris Martin, em conversa com Ricky Gervais na Q.
"I don't think we'd be anywhere if Radiohead didn't exist. I think we're like why Diet Coke was big. Because some people couldn't handle Coke."
Até quando é que é saudável guardar no telemóvel SMSs que disseram tanto mesmo que não dissessem nada?
Desde Setembro que este livro não sai da minha mesa de cabeceira. Naqueles dias em que nenhum livro nos apetece, nenhum canal está a dar coisas que interessem, em que não apetece sair nem ficar em casa, em que não apetece fazer nada mas também não apetece estar sem nada para fazer, coisas como esta apetecem sempre:
O filme que deu na SIC, logo a seguir a 462 horas em directo de Fátima, para acompanhar a transladação do corpo da Irmã Lúcia.
Com esta das manias é que me lixaram. Fui desafiada para fazer uma lista das minhas manias, publicar no blog e lançar o convite a mais cinco bloggers para fazer o mesmo. Ando a matutar nisto há alguns dias e não faço a mínima ideia do que escrever. Normalmente os meus posts resultam de impulsos e ter de pensar num texto sugerido está a custar-me. Manias? Sei lá, deixar para amanhã o que podia fazer hoje e sentir-me culpada com isso conta? Chocolate é uma mania? Agora, por exemplo, ando com a mania da Wikipedia. Tenho a mania de guardar tudo, como jornais, revistas, ficheiros de computador e roupa que não visto há 10 anos. Também colecciono elásticos para o cabelo, de todas as cores que encontro. Não sei se chega. Foi o que saiu neste momento. Amanhã a lista seria diferente. Alguém quer juntar-se à corrente blogista? Betty? Speedy? Cer3al? Johnny? Patrica? Estejam à vontade (ou não).
... agora que o 14 de Fevereiro já passou, não podemos passar por cima do Carnaval?
Notícias do bosque:
Têm sido dias estranhos, estes últimos. Sinto-me a regressar a uma certa normalidade a que já não estava habituada. Há memórias que ainda no outro dia surgiam intensas e que hoje perderam alguma força. Coisas que já não parecem que aconteceram ontem. Às quais estou a conseguir voltar com alguma frieza e lucidez. Ou serenidade, se calhar. E isto passou-se estranhamente de um dia para o outro. Há uns meses a Pocahontas perguntava-me: “mas preferias não estar a sentir nada?”. O chato é que a resposta continua a ser não.
Hoje também foi um dia de pavio curto e falta de paciência no vosso local de trabalho?